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O Anãozinho de Jardim

Livros e Desvarios

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Botões e coisas assim

15.08.13, Helena R. Moisio
Bom, eu já tinha avisado que hoje me estava a dar um bocado para o disparate (e ainda só vamos na hora de almoço), maneira que resolvi adicionar uma nova página a este blogue chamada Botões e Coisas assim

Nesta página vão encontrar, para começar, a campanha "Adopte um Senhor do Submundo" que vai ter botões dedicados a cada uma das personagens e que podem levar à vontade, se assim o entenderem. Faço isto por piada, porque me diverte e porque adorei a ideia de se poder "adoptar" um destes personagens (confesso que a culpa é do Strider, que me dava jeito ter cá em casa para pendurar uns candeeiros no tecto). 



Pelos diversos blogues e websites onde passei, não encontrei muitos botões (aliás só encontrei aqueles que podem ver aí do lado direito), e quis fazer qualquer coisa diferente que me lembrasse das personagens, que estivesse associado a elas e não aquilo que é a descrição física de cada uma.

Comecei pelo Torin por motivos óbvios, é o meu menino favorito e achei que mais valia começar por uma personagem pela qual tivesse alguma empatia e então pus-me a pensar, a pensar... e pensei: doenças... logo vacinas... vacinas... logo seringas e por aí adiante. Assim, cheguei ao botãozinho do Torin. 

Para o William, o meu menino favorito número 2, o exercício foi mais ou menos o mesmo até chegar aos Gummy bears, pois como sabem é algo que não lhe pode faltar. 

Portanto, foi isto que me saiu. Agora só tenho de repetir o exercício mais 11 vezes.

Ah! Peanuts! :)

 

Mais um menino bonito na 6ª temporada do True Blood

14.08.13, Helena R. Moisio
Luke Grimes
Pronto! E é assim que atordoam uma pessoa. Não avisam, não dizem nada, vêm de pantufinhas e quando damos por ela, zuca! Já temos a burra nas couves.
 
Como já tinha referido numa ocasião anterior, eu não reajo bem a machos de cabelo comprido. O meu Q.I e a minha capacidade intelectual descem para níveis, absolutamente, pré-históricos e fico completamente incapaz de pensar, articular ou verbalizar o que quer seja.
 
Como calculam isto é uma catástrofe, uma tragédia e um drama sem paralelo para uma pessoa que se considera altamente inteligente (e sou, desculpem lá a falta de modéstia). É quase como sermos o Super-homem e depois sermos obrigados a usar um colar de kryptonite. É indecente é o que é. Eu aposto que tanto Darwin como Freud devem ter uma boa explicação para isto, mas enquanto eu estiver a olhar para estas fotos... palavras inteligentes e teorias brilhantes são duas coisas que não vão sair da minha boca e muito menos quero saber do Freud ou do Darwin.

 
Depois deste pequeno desabafo, este "piqueno" é o James (interpretado pelo actor Luke Grimes) e que aparece, pela primeira vez, no 5º episódio desta 6ª temporada e se não estou em erro, vai continuar a aparecer até ao fim. Obviamente, que um menino tão bonito como este - e para interpretar uma personagem tão, vampiricamente, "new age" como esta - só podia ser um aquariano. Como nós aqui veneramos os aquários (com e sem água, embora de preferência com), desejamos-lhe muito sucesso e que continue a aparecer nas próximas temporadas da série (até porque a malta não vive do ar e precisa de guito para pagar as contas).








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As 5 coisas que mais adorei no The Darkest Craving/Desejo mais Sombrio - Livro 10

13.08.13, Helena R. Moisio
Pois é verdade, uma pessoa estica, estica, estica mas o que é bom, normalmente, acaba depressa e depois temos de ficar à espera do próximo. Enfim, é a vida.
 
Como já tinha tido oportunidade de referir no post intitulado "The Darkest Craving (Sem trad. para português ainda) - Livro 10" (mas que tem tradução para português do brasil), o livro é sobre o Guardião do Desastre, Kane e se quiserem ler uma ou outra review é uma questão de pesquisarem no Google, porque já há imensas disponíveis por aí. Eu já li o livro, acho que está mesmo muito giro, inclusive creio que está até muito melhor do que o livro sobre o Paris (que é o The darkest seduction/ A sedução mais escura), e ficamos a conhecer muito melhor uma personagem que - tal como o próprio vai reiterando ao longo da sua história - é sempre deixada para trás por ser um desastre.
 
Neste décimo livro há cinco coisas que adorei em absoluto e desta vez vou mesmo hierarquiza-las porque têm uma ordem de preferência. Assim sendo, quais são estas 5 coisas que eu amei?


 
1º A descrição do quarto do Torin.
 
O Torin, o Guardião da doença, é - de longe - o meu menino favorito (ainda que logo seguido pelo William e pelo Paris). Foi marcado logo no primeiro livro, ia me dando uma sincope cardíaca quando quase lhe cortam a cabeça (o que me pôs a chamar nomes feios à autora), e desde então é o meu menino (não me perguntem porquê, não sei, eu só vejo qualidades no rapaz e espero que lhe arranjem uma mocinha à altura porque a cena de quase lhe cortarem a cabeça ainda me está um bocado atravessada na garganta!)... bom... adiante... a descrição do quarto do Torin apanhou-me um bocado de surpresa. Normalmente, a autora vai descrevendo os quartos de cada um dos personagens à medida que vai contando as histórias deles, mas nunca tinha sido muito específica acerca dos aposentos Torin. Sabíamos que havia computadores e tecnologia a dar com pau, mas pouco mais.
 
Confesso que eu pensava que, como o rapaz tem tanto cuidado com tudo o que faz por motivos inerentes ao seu demónio, ele era super-arrumadinho e organizadinho mas afinal não é bem assim. Não é arrumadinho, não é organizadinho e acreditem... não há nada que me deixe mais doida (no sentido de fula), do que ver garrafas de cerveja ou de outra coisa qualquer espalhadas pela mesa do computador e pelo chão. A roupa ainda vai, agora as garrafitas... tiram-me do sério. E como é que eu sei disto, perguntam-me vocês? Porque sou casada com um menino assim... e que por acaso também tem olhos verdes e tudo. Por isso, como podem ver, achei esta descrição estranhamente familiar.
 
2º O William.
 
Eu já concluí que é impossível não se gostar do Willy e portanto nem sequer vale a pena resistir-lhe. A descrição da relação de amor/ódio que ele tem com os 4 cavaleiros do apocalipse, que são "filhos" dele é absolutamente deliciosa. A forma como ele distorce tudo o que lhe dizem a seu favor é brilhante. O Kane chama Tinker Bell à sua namorada, o William chama-lhe Tinker Hell. O Kane diz que a sua namorada se chama Josephina, o William diz-lhe que se chama "Ivanna B. Withwilly" (Nota: não faço a menor ideia de como é que traduziram ou traduzirão estes trocadilhos da língua inglesa para o português, mas tenho a certeza absoluta que não é nada fácil). 
 
Por outro lado, sabemos também - desde o 2º livro - que o William é uma personagem altamente inteligente e que por trás de todas as suas brincadeiras e comportamento egoísta, ele tem um bom coração e faz o que pode para ajudar. Mais para o final do livro, ficamos a conhecer um William transtornado e dilacerado por perder a sua "filha" (que é um dos 4 cavaleiros do apocalipse). Isto causa alguma impressão porque nos mostra um William a que nós não estamos habituados e ficamos um bocado de boca aberta sem saber o que dizer ou o que pensar.
 
3º O Kane.
 
O Kane é a estrela do livro. É uma estrelinha que nós praticamente não conhecemos até chegarmos a este episódio e devo-vos dizer que é uma pena, porque ele é - efectivamente - um querido e um fofo ainda que constantemente acompanhado pelo desastre. Ele é uma personagem que, por muito que goste dos seus amigos, guarda muito ressentimento por ser sempre aquele que é deixado para trás. Por um lado ele compreende por que é que é assim, mas isso não quer dizer que não se ressinta. É muito giro assistir à evolução desta personagem e digo mais, é uma personagem muito bonita e extraordinariamente interessante.
 
4º Da aflição do Torin.
 
Ok, não é muito bonito a malta dizer que gosta da aflição dos outros mas eu sou portuguesa e como nós abrimos sempre excepções para tudo, para quê contrariar a natureza?
 
No livro 9 - The Darkest Seduction / A sedução mais escura - este meu fofo lindo faz um pacto com o Cronus (Nota: fazer pactos com quem quer que seja é sempre mau). O Torin guarda a chave do rei dos Titãs e em contrapartida o Cronus permite-lhe passar 24 horas com uma menina que o Torin possa tocar sem provocar uma pandemia. Ora qual é que é o problema disto? Como o rapaz passa mais tempo em frente ao computador do que, propriamente, a fazer outras coisas não leu as letrinhas miudinhas do contrato e o tiro saiu-lhe pela colatra. Ainda que o mundo esteja a salvo de uma pandemia provocada por esta coisinha linda, a rapariga não e isso deixa-o num grande desespero. E agora, para saber como é que isto vai acabar temos de esperar pelo próximo livro.
 
5º Dos 4 cavaleiros do apocalipse.
 
Por incrível que pareça, adorei os 4 cavaleiros do apocalipse. São 3 meninos e 1 menina lindíssimos apesar de mentalmente pouco sãos. Enfim, todos temos os nossos problemas e eles lá terão os deles. São eles: O vermelho, o preto, o verde e a branca. Se preferirem o Kane chama-lhes "rainbow rejects" e são os miúdos do William. São infantilmente cruéis mas, adoráveis e a relação deles com o "pai" é giríssima. Espero sinceramente que continuem a aparecer.
 
E pronto. Estas são as minhas 5 coisas favoritas acerca deste livro. Agora, não há outro remédio senão ficar à espera do próximo.      

Vampiros à beira de um ataque de nervos - Sangue Fresco temporada 6

12.08.13, Helena R. Moisio
Hoje fazemos aqui um pequeno intervalo nas divagações sobre os nossos, queridos e fofos, Senhores do Submundo (até porque estou a ver se consigo estender a leitura do 10º livro que é para a coisa não acabar assim tão depressa), e vamos falar um pouquinho da 6ª temporada do True Blood / Sangue Fresco... não, não, que eu tenha visto ainda não está a ser transmitido em nenhum canal da TV portuguesa, o que não significa que eu não esteja a seguir a série.
 
Ora bem, o final da 5ª temporada acaba tudo aos tiros, a fugir e com o Bill Compton a beber o sangue da Lilith e a 6ª começa, exactamente, onde acabou a 5ª, isto é, com o Eric e a Sookie a fugirem do Bill Compton como o diabo da cruz. Nota de rodapé: Nós aqui somos super fãs do Eric Northman e achamos-lhe pilhas de graça, por isso é uma daquelas personagens sobre a qual nunca iremos abrir a boca para dizer mal. Também achamos pilhas de graça ao Lafayette e ao Jason Stackhouse e rebolamos no chão a rir com o sotaque do sul. Adiante, estava eu a dizer que a 6ª temporada começa com todos a fugirem do Bill Compton, o Sam e a Luna a resgatarem a filha desta última e o nosso lobinho de estimação, o Alcide (também não me importava de ter um destes lá em casa para fazer umas cóceguinhas na barriga e dar biscoitos), a assumir a liderança do pack ou alcateia... como preferirem.
 
Muito resumidamente, nesta 6ª temporada estoira a guerra entre humanos e vampiros (com muitas cenas a fazer lembrar o Underworld e o Blade no que respeita ao armamento e com direito a campos de concentração para vampiros e tudo), o Bill Compton não só anda passado da cabeça por ter bebido o sangue da Lilith, como também adquiriu outro tipo de poderes que os vampiros normais não têm. A Sookie Stackhouse, por sua vez, continua a ser perseguida devido às propriedades do seu sangue.
 
Então e quem é que persegue a Sookie Stackhouse? Pois é, é o jeitoso que se encontra aqui do nosso lado direito, cuja personagem dá pelo nome de Ben Flynn ou, por outras palavras Macklyn Warlow (o vampirão malvado, mencionado na 5ª temporada, a quem foi dada a posse da Sookie há muitos, muitos anos atrás).
 
Mas, como nem tudo o que brilha é ouro e eu ainda só vou no episódio número 5 (a temporada tem 10 episódios no total), não dá para adiantar muito mais acerca deste nosso novo parece-que-é-vilão-mas-afinal-talvez-não. O que dá para adiantar acerca deste nosso menino é que é um vampiro híbrido (anda de dia e de noite), foi criado por Lilith e é bastante antigo.
 
Outra nota de rodapé: Apesar de sermos super fãs do Eric Northman (não, o facto de ser nórdico não tem nada a ver com isto), também estamos a começar a ser muito fãs deste "piqueno", porque achamos que tem pilhas de potencial. 
 
Até agora, do que é que não estou a gostar muito? Bom, até agora aquilo que estou a gostar menos são os lobisomens. Não é que eu não goste do Alcide, tal como já mencionei não me importava de ter um lá em casa a fazer de cão de guarda, mas ...roulottes, barracões pré-fabricados, poeira e demasiada testosterona que rosna e faz chichi em todo o lado para marcar território, não é muito a minha onda. Talvez quando começarem a mostrar os lobisomens como um bocadinho mais evoluídos eu mude de opinião, até lá... trela, açaime e canil são acessórios indispensáveis... e coleira anti-pulgas também. Dá muito jeito no verão.  
 
De momento, parece-me que é tudo o que tenho para dizer em relação à 6ª temporada do True Blood. Hoje à noite vou ver mais uns episódioszitos e depois logo vejo se há mais novidades.      

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