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O Anãozinho de Jardim

Livros e Desvarios

O Anãozinho de Jardim

Livros e Desvarios

Bom, eu já tinha avisado que hoje me estava a dar um bocado para o disparate (e ainda só vamos na hora de almoço), maneira que resolvi adicionar uma nova página a este blogue chamada Botões e Coisas assim

Nesta página vão encontrar, para começar, a campanha "Adopte um Senhor do Submundo" que vai ter botões dedicados a cada uma das personagens e que podem levar à vontade, se assim o entenderem. Faço isto por piada, porque me diverte e porque adorei a ideia de se poder "adoptar" um destes personagens (confesso que a culpa é do Strider, que me dava jeito ter cá em casa para pendurar uns candeeiros no tecto). 



Pelos diversos blogues e websites onde passei, não encontrei muitos botões (aliás só encontrei aqueles que podem ver aí do lado direito), e quis fazer qualquer coisa diferente que me lembrasse das personagens, que estivesse associado a elas e não aquilo que é a descrição física de cada uma.

Comecei pelo Torin por motivos óbvios, é o meu menino favorito e achei que mais valia começar por uma personagem pela qual tivesse alguma empatia e então pus-me a pensar, a pensar... e pensei: doenças... logo vacinas... vacinas... logo seringas e por aí adiante. Assim, cheguei ao botãozinho do Torin. 

Para o William, o meu menino favorito número 2, o exercício foi mais ou menos o mesmo até chegar aos Gummy bears, pois como sabem é algo que não lhe pode faltar. 

Portanto, foi isto que me saiu. Agora só tenho de repetir o exercício mais 11 vezes.

Ah! Peanuts! :)

 

Luke Grimes
Pronto! E é assim que atordoam uma pessoa. Não avisam, não dizem nada, vêm de pantufinhas e quando damos por ela, zuca! Já temos a burra nas couves.
 
Como já tinha referido numa ocasião anterior, eu não reajo bem a machos de cabelo comprido. O meu Q.I e a minha capacidade intelectual descem para níveis, absolutamente, pré-históricos e fico completamente incapaz de pensar, articular ou verbalizar o que quer seja.
 
Como calculam isto é uma catástrofe, uma tragédia e um drama sem paralelo para uma pessoa que se considera altamente inteligente (e sou, desculpem lá a falta de modéstia). É quase como sermos o Super-homem e depois sermos obrigados a usar um colar de kryptonite. É indecente é o que é. Eu aposto que tanto Darwin como Freud devem ter uma boa explicação para isto, mas enquanto eu estiver a olhar para estas fotos... palavras inteligentes e teorias brilhantes são duas coisas que não vão sair da minha boca e muito menos quero saber do Freud ou do Darwin.

 
Depois deste pequeno desabafo, este "piqueno" é o James (interpretado pelo actor Luke Grimes) e que aparece, pela primeira vez, no 5º episódio desta 6ª temporada e se não estou em erro, vai continuar a aparecer até ao fim. Obviamente, que um menino tão bonito como este - e para interpretar uma personagem tão, vampiricamente, "new age" como esta - só podia ser um aquariano. Como nós aqui veneramos os aquários (com e sem água, embora de preferência com), desejamos-lhe muito sucesso e que continue a aparecer nas próximas temporadas da série (até porque a malta não vive do ar e precisa de guito para pagar as contas).








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?

Pois é verdade, uma pessoa estica, estica, estica mas o que é bom, normalmente, acaba depressa e depois temos de ficar à espera do próximo. Enfim, é a vida.
 
Como já tinha tido oportunidade de referir no post intitulado "The Darkest Craving (Sem trad. para português ainda) - Livro 10" (mas que tem tradução para português do brasil), o livro é sobre o Guardião do Desastre, Kane e se quiserem ler uma ou outra review é uma questão de pesquisarem no Google, porque já há imensas disponíveis por aí. Eu já li o livro, acho que está mesmo muito giro, inclusive creio que está até muito melhor do que o livro sobre o Paris (que é o The darkest seduction/ A sedução mais escura), e ficamos a conhecer muito melhor uma personagem que - tal como o próprio vai reiterando ao longo da sua história - é sempre deixada para trás por ser um desastre.
 
Neste décimo livro há cinco coisas que adorei em absoluto e desta vez vou mesmo hierarquiza-las porque têm uma ordem de preferência. Assim sendo, quais são estas 5 coisas que eu amei?


 
1º A descrição do quarto do Torin.
 
O Torin, o Guardião da doença, é - de longe - o meu menino favorito (ainda que logo seguido pelo William e pelo Paris). Foi marcado logo no primeiro livro, ia me dando uma sincope cardíaca quando quase lhe cortam a cabeça (o que me pôs a chamar nomes feios à autora), e desde então é o meu menino (não me perguntem porquê, não sei, eu só vejo qualidades no rapaz e espero que lhe arranjem uma mocinha à altura porque a cena de quase lhe cortarem a cabeça ainda me está um bocado atravessada na garganta!)... bom... adiante... a descrição do quarto do Torin apanhou-me um bocado de surpresa. Normalmente, a autora vai descrevendo os quartos de cada um dos personagens à medida que vai contando as histórias deles, mas nunca tinha sido muito específica acerca dos aposentos Torin. Sabíamos que havia computadores e tecnologia a dar com pau, mas pouco mais.
 
Confesso que eu pensava que, como o rapaz tem tanto cuidado com tudo o que faz por motivos inerentes ao seu demónio, ele era super-arrumadinho e organizadinho mas afinal não é bem assim. Não é arrumadinho, não é organizadinho e acreditem... não há nada que me deixe mais doida (no sentido de fula), do que ver garrafas de cerveja ou de outra coisa qualquer espalhadas pela mesa do computador e pelo chão. A roupa ainda vai, agora as garrafitas... tiram-me do sério. E como é que eu sei disto, perguntam-me vocês? Porque sou casada com um menino assim... e que por acaso também tem olhos verdes e tudo. Por isso, como podem ver, achei esta descrição estranhamente familiar.
 
2º O William.
 
Eu já concluí que é impossível não se gostar do Willy e portanto nem sequer vale a pena resistir-lhe. A descrição da relação de amor/ódio que ele tem com os 4 cavaleiros do apocalipse, que são "filhos" dele é absolutamente deliciosa. A forma como ele distorce tudo o que lhe dizem a seu favor é brilhante. O Kane chama Tinker Bell à sua namorada, o William chama-lhe Tinker Hell. O Kane diz que a sua namorada se chama Josephina, o William diz-lhe que se chama "Ivanna B. Withwilly" (Nota: não faço a menor ideia de como é que traduziram ou traduzirão estes trocadilhos da língua inglesa para o português, mas tenho a certeza absoluta que não é nada fácil). 
 
Por outro lado, sabemos também - desde o 2º livro - que o William é uma personagem altamente inteligente e que por trás de todas as suas brincadeiras e comportamento egoísta, ele tem um bom coração e faz o que pode para ajudar. Mais para o final do livro, ficamos a conhecer um William transtornado e dilacerado por perder a sua "filha" (que é um dos 4 cavaleiros do apocalipse). Isto causa alguma impressão porque nos mostra um William a que nós não estamos habituados e ficamos um bocado de boca aberta sem saber o que dizer ou o que pensar.
 
3º O Kane.
 
O Kane é a estrela do livro. É uma estrelinha que nós praticamente não conhecemos até chegarmos a este episódio e devo-vos dizer que é uma pena, porque ele é - efectivamente - um querido e um fofo ainda que constantemente acompanhado pelo desastre. Ele é uma personagem que, por muito que goste dos seus amigos, guarda muito ressentimento por ser sempre aquele que é deixado para trás. Por um lado ele compreende por que é que é assim, mas isso não quer dizer que não se ressinta. É muito giro assistir à evolução desta personagem e digo mais, é uma personagem muito bonita e extraordinariamente interessante.
 
4º Da aflição do Torin.
 
Ok, não é muito bonito a malta dizer que gosta da aflição dos outros mas eu sou portuguesa e como nós abrimos sempre excepções para tudo, para quê contrariar a natureza?
 
No livro 9 - The Darkest Seduction / A sedução mais escura - este meu fofo lindo faz um pacto com o Cronus (Nota: fazer pactos com quem quer que seja é sempre mau). O Torin guarda a chave do rei dos Titãs e em contrapartida o Cronus permite-lhe passar 24 horas com uma menina que o Torin possa tocar sem provocar uma pandemia. Ora qual é que é o problema disto? Como o rapaz passa mais tempo em frente ao computador do que, propriamente, a fazer outras coisas não leu as letrinhas miudinhas do contrato e o tiro saiu-lhe pela colatra. Ainda que o mundo esteja a salvo de uma pandemia provocada por esta coisinha linda, a rapariga não e isso deixa-o num grande desespero. E agora, para saber como é que isto vai acabar temos de esperar pelo próximo livro.
 
5º Dos 4 cavaleiros do apocalipse.
 
Por incrível que pareça, adorei os 4 cavaleiros do apocalipse. São 3 meninos e 1 menina lindíssimos apesar de mentalmente pouco sãos. Enfim, todos temos os nossos problemas e eles lá terão os deles. São eles: O vermelho, o preto, o verde e a branca. Se preferirem o Kane chama-lhes "rainbow rejects" e são os miúdos do William. São infantilmente cruéis mas, adoráveis e a relação deles com o "pai" é giríssima. Espero sinceramente que continuem a aparecer.
 
E pronto. Estas são as minhas 5 coisas favoritas acerca deste livro. Agora, não há outro remédio senão ficar à espera do próximo.      

Hoje fazemos aqui um pequeno intervalo nas divagações sobre os nossos, queridos e fofos, Senhores do Submundo (até porque estou a ver se consigo estender a leitura do 10º livro que é para a coisa não acabar assim tão depressa), e vamos falar um pouquinho da 6ª temporada do True Blood / Sangue Fresco... não, não, que eu tenha visto ainda não está a ser transmitido em nenhum canal da TV portuguesa, o que não significa que eu não esteja a seguir a série.
 
Ora bem, o final da 5ª temporada acaba tudo aos tiros, a fugir e com o Bill Compton a beber o sangue da Lilith e a 6ª começa, exactamente, onde acabou a 5ª, isto é, com o Eric e a Sookie a fugirem do Bill Compton como o diabo da cruz. Nota de rodapé: Nós aqui somos super fãs do Eric Northman e achamos-lhe pilhas de graça, por isso é uma daquelas personagens sobre a qual nunca iremos abrir a boca para dizer mal. Também achamos pilhas de graça ao Lafayette e ao Jason Stackhouse e rebolamos no chão a rir com o sotaque do sul. Adiante, estava eu a dizer que a 6ª temporada começa com todos a fugirem do Bill Compton, o Sam e a Luna a resgatarem a filha desta última e o nosso lobinho de estimação, o Alcide (também não me importava de ter um destes lá em casa para fazer umas cóceguinhas na barriga e dar biscoitos), a assumir a liderança do pack ou alcateia... como preferirem.
 
Muito resumidamente, nesta 6ª temporada estoira a guerra entre humanos e vampiros (com muitas cenas a fazer lembrar o Underworld e o Blade no que respeita ao armamento e com direito a campos de concentração para vampiros e tudo), o Bill Compton não só anda passado da cabeça por ter bebido o sangue da Lilith, como também adquiriu outro tipo de poderes que os vampiros normais não têm. A Sookie Stackhouse, por sua vez, continua a ser perseguida devido às propriedades do seu sangue.
 
Então e quem é que persegue a Sookie Stackhouse? Pois é, é o jeitoso que se encontra aqui do nosso lado direito, cuja personagem dá pelo nome de Ben Flynn ou, por outras palavras Macklyn Warlow (o vampirão malvado, mencionado na 5ª temporada, a quem foi dada a posse da Sookie há muitos, muitos anos atrás).
 
Mas, como nem tudo o que brilha é ouro e eu ainda só vou no episódio número 5 (a temporada tem 10 episódios no total), não dá para adiantar muito mais acerca deste nosso novo parece-que-é-vilão-mas-afinal-talvez-não. O que dá para adiantar acerca deste nosso menino é que é um vampiro híbrido (anda de dia e de noite), foi criado por Lilith e é bastante antigo.
 
Outra nota de rodapé: Apesar de sermos super fãs do Eric Northman (não, o facto de ser nórdico não tem nada a ver com isto), também estamos a começar a ser muito fãs deste "piqueno", porque achamos que tem pilhas de potencial. 
 
Até agora, do que é que não estou a gostar muito? Bom, até agora aquilo que estou a gostar menos são os lobisomens. Não é que eu não goste do Alcide, tal como já mencionei não me importava de ter um lá em casa a fazer de cão de guarda, mas ...roulottes, barracões pré-fabricados, poeira e demasiada testosterona que rosna e faz chichi em todo o lado para marcar território, não é muito a minha onda. Talvez quando começarem a mostrar os lobisomens como um bocadinho mais evoluídos eu mude de opinião, até lá... trela, açaime e canil são acessórios indispensáveis... e coleira anti-pulgas também. Dá muito jeito no verão.  
 
De momento, parece-me que é tudo o que tenho para dizer em relação à 6ª temporada do True Blood. Hoje à noite vou ver mais uns episódioszitos e depois logo vejo se há mais novidades.      

Ora bem, como já devem ter reparado eu não sigo nenhuma ordem especial quando falo destes livros. Aliás, na realidade, eu nem sequer falo do livro em si porque a intenção não é fazer um book review. Existem inúmeros book reviews sobre cada livro desta colecção, tanto em Português como em Inglês, e quem tiver interesse rapidamente os encontra espalhados por aí na internet. Normalmente, o que mais me atrai em qualquer obra é a força das personagens, o seu desenvolvimento, a sua natureza e a forma como esta é explorada. Na minha óptica, quando existe uma boa personagem, a história escreve-se a si própria sem ser necessário criar momentos artificiais. E é isso que, na minha opinião, acho que acontece nestes livros, independentemente, dos estereótipos e das situações descritas.
 
Assim sendo, a prenda de hoje é o "piqueno" Strider... quer dizer... isto dito desta forma pode, eventualmente, induzir em erro mas adiante... o que eu quero dizer é que vamos falar do Strider e não do pequeno apêndice que o acompanha... bom, é melhor ficar por aqui antes que a conversa descambe.
 
Quem é então este belíssimo rapaz?
 

Este moço loirinho, de 1,96 m e olhinhos azuis é o Guardião da Derrota e consorte da harpia Kaia (é caso para dizer que, efectivamente, há harpias com sorte). A história dele é contada no oitavo livro da série intitulado A Rendição mais Obscura (The Darkest Surrender). Devido à natureza do demónio que alberga este nosso "piqueno" tem de ganhar todos os desafios que lhe fazem. Se perder, sofre dores atrozes durante dias o que o deixa incapacitado.
 
Apesar de não ser um dos meus favoritos (porque ficou em 4º lugar e eu só podia escolher 3), é uma personagem com um excelente sentido de humor. Ainda que atormentado q.b. pelo seu demónio, não é dos que mais anda a chorar pelos cantos da casa e por falar em casa... *sorrisinho safado e maléfico*... era o tipo de rapaz que me dava muito jeito ter lá em casa, exactamente, por causa do seu demónio. Notem, o embrulho também é muito apelativo e tenho a certeza que me ocorreriam diversas formas de utilização, mas aquele demóniozinho tem um potencial extraordinário para a realização de tarefas domésticas.
 
Vejam bem, além dos homens de 1,96 m serem fantásticos para trocarem as lâmpadas dos candeeiros de tecto sem ser preciso ir buscar o escadote, se viessem com o bónus do demónio da derrota era uma espécie de paraíso na terra!
 
Imaginem só:
 
Lavar a loiça do jantar.
 
"Queridoooooo... fofinhooooo... Aposto que não consegues lavar aquela loiça toda numa hora." e zuca! Lá saía o rapaz disparado para a cozinha (Nota: pronto, convém dar assim um tempo razoável para completar a tarefa com sucesso que é para não o deixar incapacitado, senão lá nos saía o tiro pela colatra).    
 
Jantar fora.
 
"Amoreeeeeeeeeee.... lindooooooo.... Aposto que não me consegues levar a jantar ali a um restaurante no Lx Factory." e zuuum! Lá íamos nós a correr para o Lx Factory (Nota: Claro que nestas coisas convém especificar os locais onde queremos ir jantar, senão ainda acabamos no McDonalds ou no Pizza Hut).
 
Discussões.
 
"Estúpido! Aposto que não consegues trancar-te na dispensa e ficar calado durante 5 horas!"
 
Já viram, um rapaz destes nas mãos de uma pessoa criativa - como eu - era uma coisa linda. A minha casa estaria sempre arrumadinha. Fantástico.
 
É claro que um dos grandes ressentimentos do nosso "piqueno" Strider é, exactamente, a utilização indevida do seu demónio para fins mais... vá... lascivos, mas eu confesso que simpatizo muito mais com a ideia das tarefas domésticas. 
 
Et voilá, este é - em poucas palavras - o nosso amigo Strider.
 

Estava aqui às voltas, a pensar sobre quem é que ia escrever hoje e de repente ocorreu-me que nunca ninguém fala do Galen. Pesquisei na internet à procura de coscuvilhices e tudo, mas nada. Ninguém quer saber dele. Tudo bem que o rapaz tem uns quantos problemas mal resolvidos e todos os Senhores estão-lhe com um pó desgraçado, mas daí até se tornar invisível vai um bocadinho.
 
Assim sendo, vamos lá dar o nosso contributo para acabar com a censura ao rapaz... o moço até é bonito e tudo! É bem constituído, charmoso, loirinho, cabelito comprido, olhito claro é, basicamente, lindo de morrer. Até tem umas asinhas de anjo! Viagens aéreas à borla e a qualquer hora do dia, o que mais é que uma pessoa pode querer? 


É claro que não há bela sem senão, nem ying sem yang. O embrulho e o laçarote são fantásticos, dá vontade de descascar o presente à dentada mas... pronto... os brindes que estão lá dentro (sim, brindes, plural) é que são de manuseamento complicado. O Galen dá-se a conhecer no terceiro livro da saga dos Senhores do Submundo (The Darkest Pleasure/O Prazer mais obscuro), se a memória não me falha, e é o Guardião de dois demónios. A esperança e o ciúme. Por isso, como devem calcular, se albergar um demónio já incomoda muita gente, albergar dois incomoda muito mais e se a isto juntarmos traços de um carácter duvidoso, temos o caldinho montado.
 
Quando tudo começou, Galen era um dos guerreiros imortais da guarda chefiada por Lucien e à medida que a história vai avançando, começamos a compreender que ele tem muita responsabilidade no evento que conduziu à morte de Pandora, à libertação dos demónios, ao desaparecimento da caixa e consequente castigo de todos os envolvidos. Obviamente que quando os outros 12 rapazes (e rapariga, porque a Cameo é menina), descobrem a traição de Galen pois claro que ficaram um bocado aborrecidos. Todavia, como entretanto o rapaz bate em retirada estratégica e desaparece do mapa, os outros assumem que ele tenha morrido... até aparecer o livro 3 que os põe a espumar da boca.
 
E agora, porque é que o Galen põe os nossos "piquenos" todos malucos e à beira de um colapso nervoso? Simples. É que para além de lhes ter tramado a vida há milhentos anos atrás, agora é o líder dos caçadores e está empenhadíssimo em acabar com a vidinha dos nossos meninos.
 
Como se isso não bastasse, Galen é também o pai de Gwen que, por sua vez é a mulher de Sabin (o Guardião da Dúvida), e que tem uma vontade olímpica de arrancar a cabeça ao sogro. Ora, devo confessar que acho que esta relação sogro/genro tem muito potencial e merecia ser explorada.
 
Outra relação também digna de ser explorada é a de Galen com Legião (a "filha adoptiva" de Aeron)... Extrapolando: Se Galen, não morrer entretanto, e ficar com a Legião então temos a Legião como madrasta de Gwen e "sograsta" de Sabin, o que vai causar mais dores de cabeça ao Aeron...
 
...Caramba! Daqui a pouco isto parece a Hora das Bruxas da Anne Rice.  

Tinha-me prometido a mim mesma que só escreveria um post por dia mas, normalmente, as coisas não funcionam assim quanto mais não seja pelo desafio de infringir as regras que nós próprias colocamos. Para além disso o universo desta autora é tão interessante que, quando damos por nós, andamos por aí a explorar.
 
No post intitulado A saga "Lords of Underworld" (Senhores do Submundo), falei-vos basicamente da história e das personagens principais desta saga. No entanto existem outras personagens que, não sendo as estrelas do pelotão, acabam por ter tanta força que dão origem a spin-offs. Por outras palavras, ganham o direito a serem os protagonistas dos seus próprios livros.
 
É isto que acontece a Lysander e Zacharel, dois anjos que aparecem como personagens secundárias na Saga dos Senhores do Submundo. O Lysander aparece em, quase, todo o seu esplendor no quinto livro da Saga sobre o Aeron (The Darkest Passion / A Paixão mais obscura) e depois vai aparecendo esporadicamente nos livros seguintes. O Zacharel aparece a partir do sétimo livro da Saga sobre Amun, o Guardião do segredo (The Darkest Secret/ O segredo mais escuro).
 
Também como já tinha referido anteriormente, entre a história sobre o Guardião da Dúvida (Sabin) e a história sobre o Guardião da Raiva (Aeron), surge uma compilação de histórias designada por "Heart of Darkness" que inclui uma novela sobre o Lysander e que se chama "The Darkest Angel". Esta pequena novela é o que vai dar o pontapé de saída para a colecção  Angels of the Dark / Anjos da Escuridão, cujo primeiro livro se chama Wicked Nights / Noites Perversas.
 
 
O livro Wicked Nights/ Noites Perversas, versa exclusivamente sobre a história de Zacharel e conta com a participação especial de alguns dos Senhores do Submundo, como por exemplo, Paris (o Guardião da Promiscuidade) que vai em auxílio do anjo quando a situação surge (os meus meninos são uns fofos, sempre a ajudar o próximo).
 
Pessoalmente, gostei bastante deste livro. A história está engraçada, as personagens estão bem concebidas e ficamos a conhecer mais um anjinho mesmo à beirinha de ficar com as suas asinhas de passarinho transformadas em asinhas de morcego. É claro que prefiro - de longe - a Saga dos Senhores do Submundo dada a minha fraca inclinação para criaturas angelicais com a mania de que são o presidente da junta, mas o facto de estarmos a lidar com anjinhos safados ameniza um pouco aquela terrível sensação de perfeição celestial que põe qualquer um com pele de galinha... eu sou mais pela morcegada civilizada e pela turma das caveirinhas q.b.
 
O segundo livro desta série, chama-se Beauty Awakened / Beleza Despertada e conta a história de Koldo, o anjinho desasado... literalmente... que faz parte do exército mais-ou-menos celestial de Zacharel. O Koldo é uma personagem gira que aparece logo no primeiro livro desta série e é uma personagem gira porquê? Bom, desde logo porque é um anjinho literalmente desasado, com direito a estacionar o carro no lugar dos deficientes e com prioridade nas filas dos supermercados e depois porque por ser desasado (ou por o terem desasado, neste caso), está consumido por um desejo de vingança. Assim sendo, só pelo simples facto de estarmos perante uma personagem diferente e com um sentimento tão humano, para mim já é uma mais valia. Resta saber como é que a autora explora a personagem.
 
Ainda não li o livro, mas já o tenho no meu Kobo em lista de espera, para começar a ler depois de terminar o The Darkest Craving.
 
Estou certa que esta é uma daquelas séries que irá continuar até porque - neste exército mais-ou-menos celestial - há mais personagens perturbadas, ou melhor... há mais anjinhos safados... e de que maneira.  
  

Ora bem, ontem comecei a ler o décimo livro desta saga. Ainda não deu para avançar muito na leitura mas, pelo que já pude ler, parece que promete.
 
Este "episódio" versa sobre a história de Kane, o Guardião do Desastre e então quem é este pobre coitado? Bom, este "piqueno" de 1,93 m, com um cabelo que varia entre o preto e o castanho com umas madeixas douradas, e com uns olhitos cor de avelã é o desastre em pessoa.
 
Os amigos, não querendo propriamente fugir dele mas, vá, fugindo relegam-no quase sempre para segundo plano dada a natureza desastrosa do seu demónio. Por norma, onde este rapaz se encontra, coisas más acontecem. É uma espécie de íman de catástrofes. Faz-me lembrar muito o melhor amigo do meu marido que, é um excelente rapaz mas, pelos deuses... com ele por perto nada nem ninguém está a salvo.

 
Por vezes, dou comigo a pensar se a autora destes livros terá tido oportunidade de conhecer e conviver com o Mikko porque, efectivamente, esta natureza assenta-lhe como uma luva. É verdade que o Mikko não tem 1,93 m (deve ter, para aí, menos 10 cm) e é loirinho, de olhos azuis, também não tem sotaque húngaro... bom mas se for por uma questão de sotaque, assim como assim, o finlandês tem uma raiz fino-úgrica tal como o húngaro e por isso joga tudo em casa. No meio disto tudo, o resto encaixa-se perfeitamente. Acreditem, se há alguém extremamente competente para encarnar o Guardião do Desastre, esse alguém é o Mikko.
 
Cada vez que o via entrar pela porta adentro, eu já jogava as mãos à cabeça - aterrorizada - antecipando a série sucessiva de desastres que vinham com ele. Copos de vidro, deixei de lhe passar para as mãos porque a taxa de sobrevivência (do copo) era mínima. Passei a dar-lhe só copos de plástico... é que não estão bem a ver a cena, nem aqueles copos de vidro grosso que parecem que são a prova de bala, sobreviveram... ou melhor, sobreviveu um porque o integrei num programa de protecção de testemunhas, por outras palavras, escondi-o. Outras coisas, como dois quadros, os estores da sala, os pratos, etc... não tiveram tanta sorte e foram acidentalmente assassinados. Tantas vezes que o coitadinho se oferecia para ajudar na cozinha, mas convenhamos... as cozinhas são locais altamente perigosos para pessoas com este género de tendências. Estoicamente eu resistia, pedindo-lhe apenas para ele se sentar, quietinho... não mexe, não fala, não nada! Sair com ele era uma daquelas aventuras de andar com o coração nas mãos, porque nunca se sabia o que é que ia acontecer. Tirando estes pequenos detalhes, ele é uma joia de rapaz, um querido e um fofo... mas coitadinha daquela que for sua namorada, vai ter de andar vestida com uma armadura - tipo polícia de choque - para sua própria segurança.  
 
Por isso estão a ver, dada a minha experiência, compreendo e simpatizo muito com os argumentos dos restantes Guardiões ao preferirem não estar perto do Desastre apesar de o adorarem. Todavia, também sei que é muito difícil gerir este tipo de situações. A história do Kane é como a historia do Mikko na cozinha. Ele é um fofo e quer ajudar, nós precisamos ajuda mas sabemos que se a aceitarmos acidentes vão acontecer. É terrível.

Ok, como no quiz, de ontem, me calhou o Aeron como par ideal (sim, sim, um par muito jeitoso confesso... do tipo juntar a fome à vontade de comer, um diz mata o outro diz esfola, um é o Tico o outro é o Teco e por aí adiante), então hoje vou falar-vos - em particular - do livro sobre o Guardião da Raiva (ou da Ira, conforme o sinónimo que preferirem).
 
Neste quinto livro da saga ficamos a conhecer melhor a personagem que incorpora o demónio da raiva que até, praticamente, ao fim do terceiro livro andou a bater mal da cabeça por tentar resistir a uma ordem dada por Cronus.
 
Aeron é um rapaz simpático, afável, carinhoso... Ooops! Estava a ler o script errado... Recomeçando; Aeron é um rapaz intempestivo, de pavio curto (embora ligeiramente menos curto do que Maddox, o guardião da violência), sem sentido de humor, tatuado da cabeça aos pés (literalmente) com imagens de guerra, armas, demónios e das suas vítimas. Cabelo castanho, curtinho, tipo militar, dois piercings nas sobrancelhas, olhos violeta e um belo par de asas negras (tipo as membranas dos morcegos, vá), retrácteis. Por outras palavras: é 1,98 m de pesadelo capaz de assustar qualquer um num beco escuro... bem, na realidade nem precisava de ser num beco escuro, mas adiante. O aspecto positivo: voa.


 
Durante a sua estadia, acorrentado, às portas do inferno (vicissitudes da vida, o rapaz andava um pouco excitado e um tanto ou quanto consumido pelo desejo de sangue, pelo que, houve necessidade de implementar algumas mais medidas radicais), adoptou como companhia um demóniozinho (imaginem assim um lagartinho tipo gecko, mas talvez maior), chamado Legião. Mal sabia o coitadito, que esta moça (sim... Legião é uma menina), lhe ia dar água pela barba e fazê-lo perder a cabeça... literalmente.
 
Bom, se até ao fim do 3º livro a malta gostava mesmo era de poder dar com um martelo na cabeça para ver se aquela excitação toda passava, no 4º livro começamos a ver as coisas a mudar e finalmente no 5º livro acabamos por sentir uma certa empatia com o pobre coitado. Até agora, foi o único livro que me deixou como o Bonga... Tenho uma lágrima no canto do olho... Mmmm, continuando... Sabem como é que é aquela sensação de quando as coisas começam a correr mal, parece que vêm todas ao mesmo tempo? Pois é, neste livro é a mesma coisa. De repente, vemos um Aeron completamente atarantado, com o controle das situações a escapar-lhe por entre os dedos, com um demóniozinho ciumento numa mão, um anjinho safado na outra e com a cabeça a prémio. É que, a páginas tantas, aquilo já era caso para dizer " "Deslarguem"-ma' braguilha!", deixem o pobre rapaz respirar e pelo caminho emigra para o Pólo norte, pode ser que lá ninguém te encontre.
 
Pessoalmente, devo confessar que até ao momento este é - de longe -  o meu livro favorito da saga o que, também devo dizer, me apanhou um bocado de surpresa porque por norma não me sinto atraída por personagens sem sentido de humor e neste sentido a personagem do Aeron é de uma frustração olímpica. Mas enfim, é um rapaz com outros atributos.      

Uma pessoa descobre com cada uma quando se põe a explorar cenas... Deuses... e o pior é vamos lá carregar nas respostas... depois ficamos a olhar para o resultado com um ar espantadinho... calha-me com cada uma!... ou cada um, neste caso.
 
Bom, para quem já conhece estes nossos meninos e tem alguma curiosidade em saber qual dos 12 Senhores do Submundo seria o seu par ideal, descobri um quiz bastante engraçado que resolvi partilhar convosco.
 
O que é que me calhou a mim?... Beeemmmm... posso garantir-vos que, efetivamente, não é nenhum dos meus favoritos...
 
Foi este:

Aeron (Keeper of Wrath)Aeron see's every bad deed anyone has done and if he demon is released it will fit a punishment to the offence. If you believe people should get a just punishment for crimes you and areon would get on... that is if you don't mind a man tattoed from head to foot. He's got a quick temper but longs to be close to others. could you be his savior?
 
 
 
Ok... mas eu gosto muito, muito tatuagens... e por acaso, até agora, o livro sobre ele foi o que eu gostei mais... Olhem, ao menos tem asas!... ou tinha... o rapaz tem uma vida complicada... Fogo, com doze gajos por onde escolher (e a maior parte com cabelo comprido) tinha de me calhar o tipo com asas e cabelo curtinho!!... mas que galo!
 

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