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O Anãozinho de Jardim

Livros e Desvarios

O Anãozinho de Jardim

Livros e Desvarios

Bom, assim de repente esta questão pode parecer um bocado imbecil quase dando a entender que estamos a atravessar um momento loiro, mas devo-vos confessar que não foi fácil chegar lá apesar de se tratar de algo brutalmente simples ... aliás, é tão simples que até dói.
 
Não sendo nenhum génio das novas tecnologias, também não sou propriamente iletrada neste domínio mas, a verdade, é que até à passada sexta-feira só tinha adquirido ebooks através do site da Kobo e como tal ainda não se me tinha colocado a questão da transferência de ebooks para o ebook reader.
 
Passar ebooks do computador para o Kobo é tão simples como passar ficheiros para uma pen USB. Funciona exactamente da mesma maneira. Liga-se o Kobo ao computador, tal como fazemos quando queremos carrega-lo ou sincroniza-lo, aquilo vai aparecer no Windows explorer (se for este o sistema operativo que estão a usar) como se fosse um dispositivo de armazenamento  e depois arrastamos os ebooks lá para dentro (não é para dentro de nenhuma pasta, aliás nem mexam nas pastas é só lá para dentro). É só isto. Depois quando se desliga, o Kobo faz a actualização dos conteúdos automaticamente.
 
Assim coisas dignas de nota: há que prestar atenção ao formato dos ebooks. Normalmente eu uso o formato epub porque funciona razoalvemente bem nos leitores, mas as páginas podem ficar um bocado desformatadas. A mim não é coisa que me incomode, mas cada um tem os seus gostos.
 
Para concluir, abaixo deixo-vos um vídeo de como passar ebooks para o Kobo. Divirtam-se e boas leituras! :)


  

Bom, esta foi sem dúvida uma decisão difícil que requereu alguma ponderação. Foi mais fácil decidir quais eram as minhas personagens femininas favoritas do que as masculinas.
 
Entre os 12 Senhores do Submundo e mais uns tantos complementos acessórios, confesso que tive alguma dificuldade em escolher... é uma sensação muito semelhante àquela de quando vamos às compras com um orçamento limitado. Vemos uma enorme quantidade de roupa, sapatos e malas, cada uma mais gira do que a outra, pegamos nelas, fazemos-lhes festinhas, damos-lhes beijinhos e até ronronamos mas... não temos dinheiro para levar tudo. Por um lado é absolutamente frustrante, por outro lado obriga-nos a focar naquilo que realmente queremos ou precisamos.
 
Por isso, escolher os meus meninos favoritos foi um drama algo semelhante e neste sentido, acabei por escolher 3 mas não lhes vou dar uma prioridade tipo, 1º, 2º ou 3º lugar. Estes 3 estão em pé de igualdade.
 
Logo desde o início da saga uma das minhas personagens favoritas foi Torin, o Guardião da doença. Um rapaz de cabelito branco, comprido (que surpresa!!!...) e de olhito verde, que - dada a natureza do seu demónio - não pode tocar em ninguém sob pena de despoletar uma epidemia de peste negra (o que, como devem calcular, deve ser um pouco desagradável). Como pouco mais pode fazer (ou não...), é um geek de computadores com um sentido de humor extraordinário e muito dedicado ao sarcasmo (qualidade que, na minha óptica, é sempre algo fantástico e admirável). Durante muito tempo, o Torin foi a minha única personagem favorita mas á medida que as aventuras se iam desenrolando houve outra personagem que, no início confesso que achei que era demasiado óbvio e vulgar mas, me foi chamando a atenção.
 
Paris, o Guardião da promiscuidade. Um mocito, alto, forte e espadaúdo de cabelo em vários tons de castanho e preto, comprido (olha, mais uma surpresa!!!) e olhito azul, que - dada a natureza do seu demónio - não pode dormir (ah ah ah... dormir), com a mesma mulher duas vezes. Confesso que no início achei-o demasiado básico e com muito pouco para oferecer. O típico menino bonito, desejado por todos os homens e mulheres, blá blá blá vamos meter o dedo na garganta e vomitar... mas efectivamente  o meu julgamento foi precipitado. À medida que o fui conhecendo melhor mudei radicalmente de opinião. Acabamos por descobrir que, por causa do que é, o rapaz tem uma personalidade perturbada e embora todos eles tenham uma personalidade perturbada, a forma como ele é capaz ou incapaz de lidar com as coisas que tem de fazer para sobreviver dá-lhe uma fragilidade que é absolutamente adorável.
 
Finalmente, a minha última personagem masculina favorita é William. O William não é um dos Senhores do Submundo, nem está possuído por nenhum demónio. É um imortal, amigo de Anya (a Deusa da Anarquia, também gosto muito dela mas gosto mais das harpias), que aparece logo no segundo livro. É mais um rapazito jeitoso, de olhito azul e cabelo escuro e... comprido... :))). É também irmão de Lúcifer, criou os 4 cavaleiros do apocalipse e é um mulherengo, muito capaz de competir com Paris. Não há palavras para descrever esta personagem. É absolutamente genial e domina a arte do sarcasmo como ninguém, tem tiradas simplesmente hilariantes e merecia ter um livro inteiramente dedicado a ele.
 
E pronto, estes são os meus três mosqueteiros. Quando quiserem partilhar os vossos, estejam à vontade.
 
01 Ago, 2013

As harpias de Gena

Depois de pensar bastante sobre quais seriam as minhas personagens, femininas, favoritas da saga Lords of the Underworld concluí que - de longe - são as harpias.
 
As manas Taliyah, Bianka, Kaia e Gwen Skyhawk têm uma personalidade brilhante e hilariante, sendo que das quatro irmãs as gémeas Bianka e Kaia ganham o pódio.
 
Neste universo as harpias são umas criaturas bastante temidas, sedentas de sangue e capazes de arrasar um exército inteiro. No entanto, estão sujeitas a algumas regras: 1) Só podem comer a comida que roubarem ou que ganharem; 2) Não podem dormir em companhia de ninguém (excepto do seu consorte), evitando deste modo que lhes prendam as asas. As asas são o seu ponto fraco, se as prenderem elas ficam indefesas e isso seria sempre um motivo de vergonha para qualquer uma delas. Tirando isto, são umas personagens completamente passadas das cabeça e basicamente fazem tudo o que lhes apetece.
 

Nesta saga temos a oportunidade de conhecer as histórias de
Bianka, Kaia e Gwen.
 
A história de Bianka (irmã gémea de Kaia) e Lysander é contada no livro "Darkest Angel" (que faz parte da antologia "the Heart of Darkness") e dá conta de como a relação entre uma harpia e um anjo pode ser bastante divertida... considerando que estamos a falar de um anjo... que com mais coisa ou menos coisa ainda assim é um anjo e não é propriamente a personificação da diversão (pese embora tenha muitos outros atributos).
 
A história de Gwen e Sabin (o guardião do demónio da dúvida) é contada no quarto livro "The Darkest Whisper" (Palavras Escuras em português). É neste livro, pela mão da doce e afável Gwen, que efetivamente, conhecemos pela primeira vez as harpias e neste caso, as manas Skyhawk. A personagem de Gwen é, de facto e na generalidade, doce e afável... desde que não a irritem. É uma espécie de oposto das irmãs que são completamente desvairadas e amigas do peito de Anya (a Deusa da anarquia).
 
A história de Kaia e Strider (o guardião do demónio da derrota) é contada no oitavo livro, "The Darkest Surrender" (A rendição mais obscura em português). Este é o livro que melhor explora as harpias e alguns dos seus estranhos costumes, no geral, e o clã Skyhawk, em particular. Entre as personagens há momentos em que os diálogos são hilariantes devido ao choque e à tensão criada entre as diferentes personalidades mas tudo está sempre enquadrado no enredo geral da saga.
 
Para quem já está um pouco farta(o) da moda dos vampiros e dos zombies... sim, dos zombies, zombies é muito fashion... eu diria que as harpias - vistas na perspetiva desta  autora - são sem dúvida uma excelente alternativa. Pelo menos posso garantir-vos que contam com o meu voto.
 
Assim sendo, eu sou pelas harpias.
 
 
Noutra altura dir-vos-ei quem é (são) o (s) meu (s) guardião (ões) favorito(s).          

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