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O Anãozinho de Jardim

Livros e Desvarios

O Anãozinho de Jardim

Livros e Desvarios


Autor desconhecido
 
 
A humanidade…

Provavelmente o bando mais curioso a caminhar sobre a terra.Peões, na eterna batalha do Bem contra o Mal. Ou pelo menos é o que dizem. Nósnunca o vimos dessa maneira. Bem… Mal, Preto, Branco, Fogo, Água, Óleo eVinagre. Por vezes os meus pensamentos deambulam por estas noções, prendendo-senestas imposições rígidas e lamentáveis. Alguns acusam-nos de imprudentementelhes termos concedido o dom do livre arbítrio arrastando-os para este conflitocelestial sem pensar nas consequências de tal ato, mas eu acredito que agimosda forma como devíamos, mesmo que nos olhem como vilões.

Vilões… o que diabos se passa com esta Humanidade e com osseus conceitos absolutos em que um elemento só pode ser definido por outro quese lhe opõe?

Há muitas cores num arco-íris, sabem?

Nem tudo pode ou deve ser definido por oposição; se não ébom então é porque deve ser mau.

É preciso ser-se muito míope para advogar tal perspetiva…

No inicio não havia uma guerra. Por vezes tínhamos algumaspequenas disputas é certo, mas eram meras querelas inconsequentes entre façõesque pensavam de maneira diferente. Nada de inquietante, depois apareceu aHumanidade. Apropriaram-se do nosso domínio, começaram a utilizar a sua próprialinguagem, espalharam-se por todo o lado com os seus costumes e criaram umenorme desequilíbrio na nossa ordem.

O nosso Pai chamou-lhes a Sua Criação. A Sua orgulhosaCriação… confesso que tal entusiasmo não foi assim tão bem acolhido pela nossaparte. Daí que aquilo que, anteriormente, começara como uma ligeira divergênciade opiniões, na verdade inofensiva na sua essência, rapidamente escalou para umconflito.

A Humanidade até podia ser a Sua Criação, mas eramos nós quetínhamos de tomar conta dela e nós achávamos que esta barganha estava muito longe deser justa.   

 A discórdia que seinstalara entre nós crescia à medida que o tempo passava e quando a fenda quese abrira se tornou intolerável, fomos forçados a escolher um dos lados. Eu tivede escolher. Todos tivemos de escolher.

O meu lado decidiu revoltar-se e defender aquilo em queacreditava. O outro lado, resolveu fazer exatamente o mesmo e o confronto tornou-seinevitável. Não vos sei dizer se está certo, ou se está errado, mas possodizer-vos que nesse dia aprendemos uma das lições mais valiosas e mais importantesda nossa existência; defender aquilo em que acreditamos tem sempre um preço apagar, ou se paga com a vida, ou se paga com a alma. Para nós foi a perdição. Eo teu? Qual será?

O meu nome é Aziel, sou um dos caídos e tal como muitos dosmeus irmãos e irmãs também eu estou condenado a vaguear pela terra até ao finaldos tempos e a ser caçado como um animal. Os humanos chamam-nos demónios, ossombrios, os caídos em desgraça e por isso perseguem-nos sem dó nem piedade. Sem sequer se aperceberemque estão a fazer o trabalho sujo de outrem.
 
(nota: tradução HRM) 
Licença Creative Commons
 
O trabalho "Aziel" de Ellie S. Harper está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.

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Pois é verdade, no que toca à tipologia Romance Paranormal tenho de admitir que gosto bastante desta autora e até já tinha escrito sobre esta saga aqui. Como também sei que muitas de vós gostam desta autora, disponibilizo-vos então as versões em língua portuguesa (PT/BR).


Fonte:Portal do Sobrenatural

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Não, ainda não li este livro mas é mais um para acrescentar à minha lista de "Livros que tenciono ler até ao final do ano". Sigo a série de televisão e sou, obviamente, Team Klaus (sou sempre fã de personagens psicopatas e meio alucinados).

Sinopse: Inspirado na série televisiva The Originals, spin-off de The Vampire Diaries.
1722. Desde que Elijah, Rebekah e Klaus Mikaelson aportaram em Nova Orleans, a noite já não é mais a mesma. O trio de vampiros Originais acredita ter encontrado no Novo Mundo um refúgio do passado sombrio que o perseguia, mas a cidade está prestes a sofrer grandes transformações em seu cenário sobrenatural.

Se outrora dividida por uma guerra sangrenta entre bruxos e lobisomens, parece que Nova Orleans finalmente encontrará a paz com o casamento entre um membros de cada raça.

A linda e misteriosa Vivianne Lescheres, bruxa e filha de lobisomem, é a chave dessa aliança, que ameaça a permanência dos três irmãos vampiros — até então apenas tolerados pelos grupos rivais. Mas o pior acaba acontecendo: a jovem noiva atrai a atenção de Klaus. Completamente seduzido, o mais novo dos Mikaelson não permitirá que nenhum obstáculo se interponha entre ele e a deslumbrante bruxa. Nem mesmo a perspectiva de derramamento de sangue servirá como empecilho à sua tentativa de impedir esse casamento que considera um erro.

Enquanto Elijah procura por uma residência na qual possa enfim se estabelecer com os irmãos, o plano de Rebekah de seduzir o capitão do batalhão francês de Nova Orleans volta-se contra ela quando a vampira se vê nutrindo sentimentos inesperados por sua vítima. E o amor irascível e volátil de Klaus pode colocar tudo a perder.

Fonte: Le Livros     

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Para quem teve oportunidade de ler as Brumas de Avalon, de Marion Zimmer Bradley, este livro conta os antecedentes das mesmas.

É um livro que traz a história do povo que sobreviveu ao fim da Atlântida e conta as aventuras dos refugiados desta ilha mística, que perdem uma terra ensolarada e têm de se adaptar à chuvosa e fria Inglaterra, para onde levam o legado espiritual da civilização perdida.

Têm um casal de protagonistas – dois sacerdotes – separados pelo cataclismo que afunda o continente e diversos personagens representando o eterno duelo entre a competição agressiva tipicamente masculina e a serenidade feminina, inspirada pela Grande Deusa.

Os ancestrais de Avalon é um espetacular épico que irá agradar a todos os fãs da inesquecível Marion Zimmer Bradley.

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Na continuação de Insurgente, seguimos para a frente com a história de Tris e Quatro. Gostei bastante deste livro também mas, já não achei o filme assim tão interessante quanto isso, principalmente, porque li o livro primeiro.

Todavia é uma daquelas trilogias que eu acho que devem ler se gostam do género.

Sinopse: Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama – e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.

Fonte: Le Livros    

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E chegamos ao último livro (nota: não contando com o Quatro é claro) desta trilogia magnifica, que se chama "Convergente".

Tal como disse nos anteriores, vale a pena ler mas a decisão de ler antes ou depois do filme é vossa. Eu começo a chegar á conclusão que, se calhar e se é para ver filmes, o melhor é ver primeiro e ler depois mas, leiam.

Sinopse: A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou – destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. No poderoso desfecho da trilogia Divergente, de Veronica Roth, a jovem será posta diante de novos desafios e mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor. 

Fonte: Le Livros     

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Como está prestes a sair o filme "Convergente", achei que seria interessante falar sobre esta trilogia.

Este foi um daqueles casos que comecei ao contrário, primeiro vi o filme e depois li o livro. É claro que, para mim, os livros são sempre melhores que os filmes mas até achei que o filme estava bastante fiel a este primeiro livro.

Gostei bastante do livro, gostei da ideia da autora e da forma como ela organizou esta nova sociedade e como isto conduz a novos conflitos.

Vale a pena lerem.

Sinopse: Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.

Fonte: Le Livros    

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