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O Anãozinho de Jardim

Livros e Desvarios

O Anãozinho de Jardim

Livros e Desvarios

Seg | 25.04.16

E hoje é dia de:

Helena R. Moisio


Aprenda a lidar com a solidão. Aprenda a conhecer a solidão. Acostume-se a ela, pela primeira vez na sua vida. Bem-vinda à experiência humana. Mas nunca mais use o corpo ou as emoções de outra pessoa como um modo de satisfazer seus próprios anseios não realizados.“ - Do livro Comer Rezar e Amar - Kelly Gimenes
Sex | 22.04.16

Sangue Vermelho em Campo de Neve - Mons Kallentoft

Helena R. Moisio
Capa em Portugal 


Capa no Brasil - Clicar aqui

Como sabem, não sou grande fã de policiais mas... tanto insistiram, tanto insistiram que acabei por ler este livro.

Sangue Vermelho em Campo de Neve (versão em Portugal) ou Sangue no Inverno (versão no Brasil), do autor Sueco Mons Kallentoft (que é este moço aqui em baixo)...


Ora bem, então o que dizer acerca do livro?

É um policial / thriller tipicamente nórdico, tem uma escrita extraordinariamente simples,  um enredo bem construído, umas personagens interessantes e alguns elementos que apelam ao sobrenatural e ao oculto (sendo que penso que foi por este motivo que me convenceram a lê-lo).

No geral é um livro bastante bom que, inclusive, me provocou alguma irritação. Irritação esta no bom sentido, não no mau.

Irritação porque, efectivamente, o autor consegue pôr no papel - através dos comportamentos das personagens - uma série de elementos que caracterizam a sociedade nórdica que não, somente, a sociedade Sueca. Exemplo disto é o enorme afecto que estes povos nutrem pelo álcool e que é muito pior que qualquer paixão assolapada.

É que uma paixão assolapada vá... até pode eventualmente ser partilhada. Agora, o álcool é que não pode ser nada. Se não acreditam, experimentem a tentar bebericar um golozinho de álcool do copo de um nórdico que vão ver o que vos acontece. Olham-vos logo com aquele ar de beserker , de que mais uma dessas e temos a burra nas couves mas, adiante.

Isto leva-me à segunda parte da questão que é; com tantas personagens que têm uma relação intima com a garrafa é espantoso como não há nenhuma cena que se passe num bar, ou num clube nocturno. Com a excepção, talvez, da descrição de uma recordação da Rakel Murvall (uma das personagens) que, não faz parte do enredo principal mas fornece alguma explicação sobre a motivação da personagem.

Por outro lado, polícias que não dão tabefes em ninguém? E que querem entrar em casa dos suspeitos porque está frio?

Ao que eu pensei; "Pronto. Ok. São Suecos." e a seguir lembrei-me das chegadas no aeroporto de Arlanda (em Estocolmo), que até hoje foi o único aeroporto onde vi umas caixinhas brancas com letras vermelhas que diziam: "Please drop your tear gas here", isto é, "Por favor deixe o seu gás lacrimogéneo aqui".  

De resto, na opinião de uma amiga, é um livro graficamente violento. Pessoalmente, estive até ao fim do livro à procura da violência gráfica e não a encontrei. É verdade que a descrição dos crimes contém alguns elementos graficamente mais explícitos mas daí até ser violento... não diria tanto, qualquer livro do Stephen Pressfield ou do Bernard Cornwell é graficamente bem mais explicito do que este. Este é um livro bem equilibrado e sem exageros nesse aspecto.

Por isso, se gostarem do género e estiverem interessados em lê-lo é só uma questão de seguirem o link que disponibilizei mais acima.

Fonte: Le Livros     
Seg | 18.04.16

A Sereia – de Kiera Cass

Helena R. Moisio
Clicar aqui


Sinopse: Anos atrás, Kahlen foi salva de um naufrágio pela própria Água. Para pagar sua dívida, a garota se tornou uma sereia e, durante cem anos, precisa usar sua voz para atrair as pessoas para se afogarem no mar. Kahlen está decidida a cumprir sua sentença à risca, até que ela conhece Akinli. Lindo, carinhoso e gentil, o garoto é tudo o que Kahlen sempre sonhou. Apesar de não poderem conversar — pois a voz da sereia é fatal —, logo surge uma conexão intensa entre os dois. É contra as regras se apaixonar por um humano, e se a Água descobrir, Kahlen será obrigada a abandonar Akinli para sempre. Mas pela primeira vez em muitos anos de obediência, ela está determinada a seguir seu coração.

Fonte: Le Livros     

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