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O Anãozinho de Jardim

Livros e Desvarios

O Anãozinho de Jardim

Livros e Desvarios




O Amor não existe sem magos. E só os magos que praticam e treinam e revelam a magia são sábios. O amor não existe sem homens e mulheres sábios. Com uma pitada de Vontade, alguns pirlimpinpins de Energia irracional, exerce esse fascínio e o deslumbramento em ti. A magia do Amor começa por ti, ó Sábio!


~ José Paulo Santos ~

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Tenho este livro lá em casa mas, na versão em inglês que mandei vir da Amazon, de propósito, porque ainda não tinha sido lançado em Portugal e ainda não havia em Português.

Foi um daqueles livros que eu, simplesmente, tinha de ter e tinha de ler. Estava a passar por uma fase de obsessão total com a antiguidade clássica - que tinha começado uns anos antes com a Guerra de Tróia - e consumia tudo que era escrito sobre esta altura (até a enciclopédia mitológica da Larousse comprei só porque tinha que ler sobre mitologia Grega, as demais mitologias que também lá vinham foram um bónus porque o que verdadeiramente me interessava era a Grega).

Quando saiu este livro eu dei-me conta que ainda não sabia nada sobre a batalha de Termópilas, excepto que o exército Espartano tinha sido dizimado pelo exército Persa de Xerxes I, maneira que quando li a sinopse fiquei super entusiasmada com a coisa. Finalmente, tinha algo não académico para ler (sendo que podia sempre investigar os factos das partes que mais me interessavam).

Amei o livro, a forma como a história é contada e de facto, posteriormente, fui mesmo investigar as partes históricas que mais me interessavam. Apesar do enfoque do livro ser efectivamente nos 300 heróis Espartanos, é claro que não eram só os Espartanos que lá estavam mas este é um romance absolutamente épico e rico em detalhes históricos. Assim sendo, se gostam de romances históricos que tenham como cenário a antiguidade clássica este é um livro de leitura obrigatória.

      

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Pois é verdade, ainda não li os livros mas - sem dúvida que - estou a ver a série de televisão e tenho-a em muito boa consideração ( e os kilts também... estão em boa consideração isto é). De qualquer forma, aqui neste blogue não vos vou falar de kilts mas, vou dirigir-vos para os ebooks em português que podem encontrar no site Le Livros.

De qualquer forma, em relação aos livros, não posso dizer grande coisa nem aferir se a série está a ser fiel aos mesmos ou não, no entanto é algo que pretendo descobrir já que acrescentei esta colecção à lista de livros de 2017 (pode ser que consiga lê-los antes de começar a 3ª temporada, quem sabe?).

Diz a sinopse;  No final da Segunda Guerra Mundial, a enfermeira ClaireRandall volta para os braços do marido, com quem desfruta uma segunda lua demel em Inverness, nas Ilhas Britânicas. Durante a viagem, ela é atraída para umantigo círculo de pedras, no qual testemunha rituais misteriosos. Dias depois,quando resolve retornar ao local, algo inexplicável acontece: de repente se vêno ano de 1743, numa Escócia violenta e dominada por clãs guerreiros.

Tão logo percebe que foi arrastada para o passado por forçasque não compreende, Claire precisa enfrentar intrigas e perigos que podemameaçar a sua vida e partir o seu coração. Ao conhecer Jamie, um jovemguerreiro escocês, sente-se cada vez mais dividida entre a fidelidade ao maridoe o desejo. Será ela capaz de resistir a uma paixão arrebatadora e regressar aopresente?

Tal como referi, a série é bastante interessante (a 1ª temporada mais do que a 2ª) pelo que, será seguro deduzir que os livros também serão bastante interessantes. Se por acaso já tiverem lido algum, por favor digam de vossa justiça. 



Tal como a tantos outros antes de mim, a temática da Atlântida sempre me fascinou, quanto mais não seja por ser referenciada, pela primeira vez, pelo filósofo Platão no diálogo "Timeu e Crítias" (especificamente na narrativa de Crítias), no ano 360 A.c.

Curiosamente, eu andava à procura do texto em Português - para que também pudessem ler, já que eu tenho uma tradução em inglês do MIT - mas os textos que encontrei não são uma tradução do original, são sim uma interpretação do que academicamente acham que Platão quis dizer com a história que conta nuns casos, e nos outros casos são uma interpretação extraordinariamente livre e criativa daquilo que acham que o Platão estava dizer sendo que até acrescentam coisas que não constam da tradução do texto original. Por isso, não posso exactamente encaminhar-vos para uma versão em português do texto mas, poderão eventualmente consultar a versão disponibilizada pelo MIT (aqui), se assim o desejarem. 

Praticamente toda gente já trabalhou e explorou a temática da Atlântida. Há uma quantidade gigantesca de filmes, séries e livros sobre isto e este facto sempre foi - para mim - uma limitação visto que a pergunta que eu colocava era: "Porque diabos haveria eu de escrever sobre uma coisa cuja qual já toda a gente escreveu?" Até que recentemente tive uma espécie de rebate de consciência e a pergunta modificou-se. 

Atlântida, porque não?

Certo que já toda a gente escreveu sobre ela mas, também já toda a gente escreveu sobre vampiros, sobre bruxas, sobre lobisomens, sobre zombies, sobre contos de fadas alternativos, sobre as próprias fadas, sobre elfos, sobre dragões... quer dizer, assim de repente todo o universo da literatura fantástica foi-se construindo e constrói-se com todos os contributos de todos aqueles que ousam a escrever sobre o que gostam e lhes interessa, independentemente, de já se ter escrito ou não sobre a matéria em causa. 

Isto foi, basicamente, o pontapé de saída que deu o enquadramento necessário a este meu novo projecto e que eu espero - em algum momento - vir a ter oportunidade de partilhar convosco. 

Por isso, sim, vou então escrever sobre a Atlântida... ou sobre o que sobrou dela, quase 11.000 anos depois do cataclismo que a assolou. 



Pois é verdade, tive um acesso de criatividade no Domingo passado quando fui ver o filme Rogue One (mais um da saga Star Wars), e contruí a estrutura completa de uma nova história.

Poderão vocês pensar: "Aaaaah mas isto está em inglês..."; pois está. Decidi que esta seria a língua de trabalho porque me fazia mais sentido que assim fosse, o que não significa que não possa traduzi-la posteriormente para português mas, a base do trabalho vai ser em inglês.

Por outro lado, ao contrário do habitual, comecei de facto pela estrutura da história e não pelo seu conteúdo. No fundo criei um mindmap para saber para onde vou mesmo que tenha a possibilidade de virar a estrutura de pernas para o ar. Para mim, isto acaba por ser uma espécie de inovação no meu funcionamento já que sempre escrevi ao sabor da caneta. Ia para onde esta me levasse mas, o problema é que muitas vezes ela - a caneta - não me levava a lado nenhum.

Assim sendo, vamos ver como é que esta experiência corre uma vez que eu até gostaria que esta fosse bem sucedida.

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